Caso das joias fez almirante sumir de clube de elite no Rio

O príncipe Abdulaziz Bin Salman Bin Abdulaziz Al Saud, ministro de Energia do reino da Arábia Saudita, participa de reunião com o então ministro de Minas e Energia brasileiro, Bento Albuquerque.
-Crédito: Reprodução

Bento Albuquerque, ex-ministro do governo Bolsonaro, desapareceu do Iate Clube do Rio de Janeiro após o escândalo das joias sauditas

Edoardo Ghirotto
Frequentador assíduo do Iate Clube do Rio de Janeiro, o almirante Bento Albuquerque não tem sido visto por lá desde que passou a ser protagonista do caso das joias sauditas de R$ 16,5 milhões que tentou passar na Alfândega de Guarulhos.

Segundo sócios do Iate Clube que costumavam encontrar Albuquerque, o almirante ou parou de ir ou passou a preferir horários de pouco fluxo.

Bento Albuquerque mudou sua versão sobre as joias ao depor no mês passado à Polícia Federal. Antes, o advogado Frederick Wassef havia divulgado uma nota, em nome de Bolsonaro, em que dizia que o almirante havia entendido que os objetos eram de uso “personalíssimo”.

Numa leitura errada do acórdão do Tribunal de Contas da União sobre o que deve ser feito com presentes recebidos no exterior por autoridades, isso significaria que Bolsonaro poderia ficar com as joias. O TCU, entretanto, entende que objetos de alto valor, como as joias, não podem ficar na posse de autoridade alguma.

Ao depor, Albuquerque disse que havia tentado entrar com as joias para incorporá-las ao patrimônio do Estado brasileiro — versão que também conflita com o fato de ele, em Guarulhos, ter dito aos fiscais da Receita que as joias eram para Michelle Bolsonaro.

Guilherme Amado(METRÓPOLES)/montedo.com

7 respostas

  1. Esse daí é submarinista e realmente sabe como Submergir. Vendeu sua alma por Dinheiro e poder, agora aguente as consequências.

  2. O brilho 🌟 do vil metal transtorna mentes, o 8 de janeiro foi consequencia disso. Teve uma “tchurma” que estava gostando por demais dos cargos e principalmente dos salários e demais benesses.

  3. O Plantio Foi Livre, agora é a hora da colheita. Generais atualmente são pessoas não gratas perante toda a sociedade brasileira de bem. Esses Mercenários Parasitas escancaram para a a Nação todas as mazelas castrenses. Os até então “invictos” Generais, isso perante a sociedade, pois nós militares já conhecíamos as fraquezas de ética, moral, honestidade e patriotismo de vossas excelências.

    1. Hoje o Master inVÍDIA acordou daquele jeito.
      Destilando Ódio em parcelas.
      Sem mulher vive aqui pendurado fazendo doentios comentários

  4. Faz lembrar aquela máxima: “a vitória tem muitos pais, mas a derrota é órfã”.

    Tivesse algo de bom feito na época de ministro e repercutido positivamente em toda a mídia, estaria agora fazendo questão de aparecer em todo lugar e dizendo que fora ele o responsável por esse algo de bom.

    Mas, a derrota, o fracasso, as coisas erradas, são órfãs.

    Outra máxima, essa da caserna: “quem não é visto, não é lembrado”.

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