RJ: capitão do exército é preso após tentativa de feminicídio

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Capitão do exército é preso após tentativa de feminicídio em Itaipuaçu
O caso aconteceu após o homem ficar com ciúmes da ex-companheira.

T.C – leisecamarica.com.br
Apuração: Felipe Rojas

Itaipuaçu(RJ) – Um capitão do exército reformado acabou sendo preso após invadir e realizar disparos na residência da ex-companheira na manhã desta quarta-feira, 04, em Itaipuaçu.
De acordo com as informações, o capitão passava de carro em frente a residência da ex-mulher, quando avistou uma motocicleta parada no portão. Enfurecido de ciúmes, o homem pulou o muro da residência e sem nem pensar nos danos que poderia causar, realizou diversos disparos de arma de fogo para dentro do imóvel.
Ao escutar os barulhos dos tiros, rapidamente, os vizinhos acionaram a Polícia Militar e os policiais do DPO de Itaipuaçu se deslocaram até o local para averiguar o caso.
Chegando na residência, os militares encontraram o homem, que realizava diversas ameaças para a ex-companheira e o detiveram.
Logo, o homem – ainda não identificado – foi preso e encaminhado para a Delegacia de Maricá (82ªDP), juntamente com a arma utilizada para realizar os disparos e mais quatro carregadores.
De lá, o capitão foi conduzido para a Central de Flagrantes da Polícia Civil (76ªDP), em Niterói, onde foi autuado por ameaça, invasão e disparo de arma de fogo. Posteriormente, ele será levado para a prisão do quartel, onde ficará detido.
LSM/montedo.com

10 respostas

    1. Militar do exercito tem que se preocupar com a boa apresentação pessoal e o condicionamento físico.
      Para exercicios no terreno, temos as armas da armaria.
      Nossa vida é diferente dos policiais que trabalham com risco de vida diário e precisam se defender. Não temos o preparo ou o conhecimento, por isso é melhor ficar longe de armas, usando apenas para os exercícios e instruções

    2. Não concordo, mas concordo com a avaliação psicológica e psiquiátrica anual para quem tem porte de arma, pois essas variações de humor são detectáveis com algumas técnicas.

      1. Concordo com essa avaliação psicológica e psiquiátrica anual se, em caso de insuficiência ou inaptidão para a posse e porte, o militar da ativa deixe de portar armas no quartel (tirar serviço armado, formatura armada, operar armamento coletivo, realizar o TAT etc). Por essa lógica, a incapacidade para portar armas deveria ser levada a sério até às últimas consequências.
        Qualquer coisa diferente disso é balela.

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