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Brenno Grillo
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Cresce na campanha de Lula a percepção de que o cenário atual favorece aproximações com militares. A adesão de banqueiros, empresários e industriais a um manifesto pró-democracia sinaliza enfraquecimento de Bolsonaro e torna o ambiente menos propenso para que militares apoiem aventuras do presidente.
“O clima está menos tenso [depois desses atos]”, disse uma fonte da campanha petista. A situação reduz um pouco os temores petistas de apoio de parte das Forças Armadas a tentativas de golpe de Bolsonaro.
Parte da campanha petista sabe que precisa dos militares para debelar eventuais balbúrdias de bolsonaristas inconformados em caso de derrota. Tanto que Lula foi incentivado a acenar às Forças Armadas.
O ex-presidente seguiu a orientação – considerada tímida – ao dizer que os fardados são “mais responsáveis” que Jair Bolsonaro e que nunca lhe trouxeram problemas, apenas ajuda.
O Bastidor já mostrou que Lula tem receios quanto aos militares e tem alertado que o Brasil se tornaria refém do caos se as Forças Armadas aderissem a um movimento de Bolsonaro para atacar o resultado das eleições. Argumenta que um governo sem apoio civil não se sustentaria, mesmo que armado.
oBastidor/montedo.com

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