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Cotado para ser candidato a vice de Bolsonaro, ex-ministro da defesa escolheu um general para a missão

Mônica Bergamo
O nome do contra-almirante Marcelo Gurgel de Souza, indicado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para participar da Comissão de Transparência Eleitoral chegou a obter o aval do comando da Marinha para a missão. Graduado em Ciências Navais pela Escola Naval, e em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, além de mestre em engenharia de software pelo Instituto Militar de Engenharia, ele têm experiência e boas referências na corte.

VETO
Quando a indicação chegou ao então ministro da Defesa, general Braga Netto, no entanto, tudo mudou. E a indicação foi ignorada.

MINHA GENTE
Braga Netto indicou no lugar o general do Exército Heber Portella, da área de defesa cibernética. A guinada causou estranhamento no tribunal: as urnas eletrônicas não trabalham em rede e não podem ser alvo de ataques virtuais.

CURIOSIDADE
Na sequência, as Forças Armadas passaram a fazer questionamentos ao sistema de votação.
Várias urnas lado a lado, uma delas emitindo uma zerésima, extrato que mostra que não há votos no equipamentos, que é segurada por uma mão branca
TSE apresenta as novas urnas eletrônicas, que devem ser usadas a partir das eleições de 2022 – Abdias Pinheiro/TSE

CASO ÚNICO
A Defesa foi o único órgão convidado pelo TSE que não aceitou a indicação da corte. Os nomes sugeridos para representar o Congresso, o Tribunal de Contas, a Procuradoria-Geral da República e a Polícia Federal foram todos endossados por suas respectivas instituições.
FOLHA/montedo.com

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