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Apontados como pivôs do escândalo do MEC, os pastores Arilton Moura e Gilmar Santos estiveram 35 vezes no Palácio do Planalto desde o começo do governo

Ex-ministro da Secretaria de Governo de Jair Bolsonaro, o general Carlos Alberto dos Santos Cruz (foto) pediu aprofundamento da investigação sobre as visitas dos pastores lobistas acusados de negociar propinas no Ministério da Educação ao Planalto. Apontados como pivôs do escândalo, os pastores Arilton Moura e Gilmar Santos estiveram 35 vezes no Palácio do Planalto desde o começo do governo.
De acordo com registros divulgados pelo GSI na semana passada, os dois estiveram na Secretaria de Governo duas vezes na época em que Santos Cruz comandou a pasta.
Em nota publicada no UOL, o general afirma que “há lembranças” de que Arilton esteve na Secretaria de Governo para entregar um convite a Jair Bolsonaro para um evento religioso.
Sobre Gilmar Santos, o general afirma que “não existe nenhuma lembrança desse cidadão ter comparecido à SEGOV por qualquer motivo”. Em nome da transparência, “um dos princípios da administração pública é fundamental para a democracia e para o respeito ao público”, o general pediu “investigação detalhada para completo esclarecimento do assunto”.
“Se houve visitas e encontros a diversas autoridades ou setores do palácio dentro de um mesmo registro de entrada, razões alegadas para entrar no Palácio e quem autorizou a entrada.”
O Antagonista/montedo.com

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