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O reajuste de 5% a todos os servidores federais, definido pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) nesta quarta-feira (13), vai alcançar também os militares das Forças Armadas, segundo a Folha de São Paulo.
Fontes do governo informaram que a decisão de incluir os militares no reajuste deste ano foi do presidente Jair Bolsonaro, que tem no grupo um importante pilar de sua base de sustentação política.
Uma emenda constitucional de 1998 tirou dos militares o status de servidor público, que passaram a ser “denominados militares”. Por isso, uma interpretação mais literal do texto indicaria que eles não são alcançados pela regra da revisão geral de salários, que será usada pelo governo para aplicar o reajuste de 5%.
No entanto, houve um comando direto do presidente para que a categoria também fosse incluída, segundo relatos colhidos pela reportagem.
O custo com o reajuste para as Forças Armadas já está contabilizado nos R$ 6,3 bilhões estimados para bancar a correção no Poder Executivo.
O impacto total do reajuste é de R$ 7,9 bilhões em 2022, considerando seu alcance também sobre carreiras do Judiciário, Legislativo, Ministério Público e Defensoria.
A opção pelo formato linear foi tomada às vésperas do calendário eleitoral, depois de meses de idas e vindas sobre os reajustes do funcionalismo e após pressão do Palácio do Planalto sobre a equipe econômica para se chegar a um desfecho ainda nesta semana.
Com informações da Folha de São Paulo

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