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Estado tem fila de espera por leitos de Covid-19

Guilherme Amado
Após atingir mais de 100% de ocupação nos leitos de Covid-19, o governo de Rondônia foi à Justiça contra a União, que tem convocado médicos para alistamento militar naquele estado mesmo durante a pandemia.
Em ação movida pelo estado nesta terça-feira, constam ofícios dos diretores médicos do Hospital de Campanha.
Os diretores alertam para o risco no atendimento caso 13 profissionais deixem a linha de frente para fazer residência no Exército e Aeronáutica.
“Com esse possível desligamento dos médicos que foram convocados a se apresentar às Forças Armadas, tememos por um caos sem precedentes ao atendimento dos pacientes que estão urgentemente necessitando, neste momento tão delicado que estamos vivendo”, informa o documento assinado pela diretora geral da unidade, Sandra Maria Petillo Cardoso.
Além do risco de perder esses médicos para o alistamento militar, Rondônia ainda tem um déficit de 30 profissionais na assistência e em razão disso há pelo menos 20 leitos de UTI inativos, como a coluna mostrou mais cedo.
O governo enfatiza a dificuldade de preencher as vagas de médicos naquele estado e informa que já fez 57 chamamentos públicos, sem que conseguisse obter número suficiente de candidatos.
ÉPOCA/montedo.com

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