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Sabemos que a palavra final sai das bocas dos fuzis, mas que elas são acionadas pela opinião pública.

Gelio Fregapani
Filosoficamente a famosa Pirâmide de Maslow nos lembra que queremos mesmo é o que nos falta. Tínhamos um governo corrupto, portanto ansiávamos por um austero; tínhamos um governo esquerdizante com veleidades globalistas, mas ansiávamos por um governo nacionalista, mesmo que não confessássemos ostensivamente; tínhamos um governo que se submetia a estrangeiros, mas ansiávamos por orgulho nacional. Quando apareceu um Capitão que encarnava as características que inconscientemente desejávamos, as velhas raposas políticas sentindo o avanço dele tentaram matá-lo e não conseguindo, muitos se fingiram de aliados só para, uma vez eleitos, juntarem-se após a posse. Também sendo insuficiente a fraude das urnas eletrônicas restou como plano o sabotarem, todas as ações do atual Presidente até que surgisse uma oportunidade de pedir o impeachment. Esta apareceu quando, simulando combater a pandemia que surgia, o Ministro da Saúde tentou paralisar a economia enquanto o Ministro da Justiça tentava quebrar a base moral do Presidente e ao mesmo tempo a maioria dos Governadores endossaram as teses da oposição e o STF, equipado pelos ministros mais político-partidarios da História, preparavam-se para legalizar a felonia articulada pelo indigno Presidente da Câmara Legislativa.
Apesar do palco preparado o traiçoeiro espetáculo não aconteceu; Bolsonaro desmanchou-o mostrando os fatos com franqueza e sinceridade, revertendo o dano na opinião pública que as traições dos citados haviam causado.
Derrotada nesta tentativa a oposição insistiu. A parlamentar continuou a tentar bloquear as boas iniciativas do Executivo e o STF ultrapassou todos os limites constitucionais, como criação de leis para impedir a punição de corruptos e mesmo sem leis, determinar a soltura de chusmas de bandidos, provocando o caos na segurança pública. A extrapolação de suas funções e tão absurdas suas exigências chegavam a dar a impressão que desejavam mesmo era provocar uma intervenção, para então poder acusar o Presidente de “crime contra a democracia” o que será a última e desesperada tentativa do Rodrigo Maia, ainda Presidente da Câmara antes de sua breve substituição, a menos que ele consiga emplacar algum apátrida igual a ele, se é que existe algum.
O fato é que a situação é instável. Num cenário favorável, com novos presidentes da Câmara e do Senado honestos e patriotas, com os togados do STF convencidos a se manterem dentro de suas atribuições e com o arrefecimento da pandemia o nosso Pais despontará no mundo moderno apesar das possíveis pressões sejam norte-americanas, chinesas ou do pretenso governo mundial. Em um cenário contrário, onde o Congresso continue presidido por apátridas e o STF prossiga no vergonhoso papel que tem representado, aventamos os seguintes sub cenários:
1 – Haverá uma reação popular que neutralizará ou mesmo eliminará os elementos que impedem o País de funcionar.
2 – O Governo se dissolverá e o País voltará ao estilo corrupto/esquerdista, mais ou menos no estilo Fernando Henrique, com muita interferência estrangeira.
3 – O caos resultante propiciará em progressivo conflito entre diversas potencias em nosso território, pelo controle de nossos recursos naturais, aproveitando a divisão ideológica do nosso povo.
Sabemos que a palavra final sai das bocas dos fuzis, mas que elas são acionadas pela opinião pública.
Felizmente a opinião pública tem a informação correta nas redes sociais.
Que Deus abençoe o nosso Brasil e a todos vocês.
DIÁRIO DO PODER/montedo.com

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