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Nestes dias em que, diariamente, sou brindado com doses maciças de ignorância explícita, vindas de quem deveria ser o condutor da nação, tenho repetido como um mantra:

– Poderia ser pior!
– Poderia ser o PT!
– Poderíamos ter uma camarilha de ladrões administrando os recursos do povo neste momento!
– Poderíamos ter um “poste” na presidência e um bandido condenado mandando no País!

Essas são as convicções que me sustentam nos momentos em que a fé no futuro fraqueja.
Os leitores sabem que nunca morri de amores por Bolsonaro. Votei nele como a alternativa que restou para apear do poder uma quadrilha que sangrou os cofres públicos por quatorze anos. No entanto, daí a me encantar com sua boçalidade escancarada, há uma grande distância.
Mas há coisas boas. Em meio a olavistas, terraplanistas e fanáticos religiosos, além de um aprendiz de Goebbels, Bolsonaro conseguiu reunir em torno de si um punhado de pessoas competentes e comprometidas com o Brasil: Moro, Guedes, Thereza Cristina, Heleno, Braga Netto, Mandetta, entre outros.
Nestes tempos de pandemia, enquanto alguns destes fazem o que precisa ser feito para o bem do País, outros administram as relações com a ala dos fanáticos, Carlos Bolsonaro à frente. Dessa mediação depende o futuro de milhares de pessoas, que irão viver ou sucumbir, a depender do lado para o qual o “mito” irá se inclinar.
A bem da Nação, oremos pela “turma do Bem”!

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