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Pezão diz que gostaria de ter ajuda das Forças Armadas durante todo seu governo
Vladimir Platonow 
Edição:Fábio Massalli 
O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, disse hoje (9) que gostaria de ter o apoio das Forças Armadas durante todo o seu governo. No momento, o estado enfrenta resistência do tráfico de drogas em diversas comunidades que abrigam unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), principalmente no Complexo do Alemão.
“Eu não tenho resistência nenhuma. Se eu pudesse, tinha o Exército, a Marinha e a Aeronáutica nos quatro anos. É que eles têm uma série de operações que precisam fazer, principalmente para as Olimpíadas, como o patrulhamento nas fronteiras. Nós vamos ter alguma ajuda de outras maneiras”, disse Pezão.
Apesar disso, o governador sustentou que as forças de segurança estaduais têm condições de lidar com a situação e retomar o controle no Alemão, comunidade formada por diversas favelas onde moram cerca de 70 mil pessoas.
“O coronel Pinheiro Neto [comandante da Polícia Militar] e o secretário [de Segurança, José Mariano] Beltrame acham que, com as nossas forças policiais e com a inteligência da Polícia Civil, a gente dá conta de fazer essa reavaliação do processo de UPP. Não é em todo o morro. Onde está mais conflagrado são em duas comunidades”.
Pezão participou da posse de novos desembargadores no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), incluindo o novo presidente da corte, Poul Erik Dyrlund. O Complexo do Alemão foi tomado em novembro de 2010 com o apoio de blindados dos Fuzileiros Navais. Da mesma forma, o Complexo da Maré foi dominado por efetivos da Marinha e do Exército em abril de 2014, com prazo de saída até junho deste ano, quando serão substituídos pela PM.
Agência Brasil/montedo.com
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