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MILITARES AMERICANOS PRESTAM HOMENAGEM A CACHORRO QUE PRECISOU SER SACRIFICADO
DAISY TRABALHAVA DESDE 2014, MAS FOI DIAGNOSTICADA COM UM TIPO AGRESSIVO DE CÂNCER
Chelsea LaFever, que cuida de cachorros militares, se emociona ao se despedir de Daisy (Foto:  Air Force/ Airman 1st Class Justine Rho)
CHELSEA LAFEVER, QUE CUIDA DE CACHORROS MILITARES, SE EMOCIONA AO SE DESPEDIR DE DAISY (FOTO: AIR FORCE/ AIRMAN 1ST CLASS JUSTINE RHO)
Militares da Força Aérea americana prestaram uma homenagem emocionante à cadela Daysi, que precisou ser sacrificada por conta de um câncer.
Eles se reuniram no dia 27 de fevereiro em frente ao hospital Holland para cachorros que trabalham para as forças armadas.
Daisy começou a trabalhar em janeiro de 2014, após conseguir um certificado para detecção de narcóticos. Desde então, ela trabalhava ao lado do sargento Paul Olmos, que a levou na coleira até a entrada do hospital. Foi o primeiro cachorro do qual Olmos se encarregou e, segundo seus companheiros, eles formavam um ótimo time.
Daisy e o sargento Paulo Olmos (Foto:  Air Force/ Airman 1st Class Justine Rho)
DAISY E O SARGENTO PAULO OLMOS
(FOTO: AIR FORCE/ AIRMAN 1ST CLASS JUSTINE RHO)
Os dois treinaram juntos para participar da competição anual “Texas Toughest Dog” (algo como o cachorro mais durão do Texas).
“Daisy se tornou uma ótima corredora. Corríamos em uma pista com obstáculos e subíamos montanhas em um total de quatro milhas (cerca de 6,4 km). Havia momentos em que ela me puxava montanha acima. Nos tornamos fortes juntos e nunca esquecerei disso”, disse Olmos em nota publicada no site oficial da Força Aérea.
O sargento, que é solteiro e não tem família morando perto de sua base, costumava visitar Daisy também aos finais de semana. Ele a considerava sua parceira.
No entanto, em janeiro deste ano os treinadores perceberam que ela sentia um desconforto na perna esquerda. Eles descobriram um tumor maligno e concluíram que ela tinha uma forma agressiva de câncer. Por conta da localização do tumor, eles não poderiam operá-la e a doença, que já estava causando sofrimento, logo se espalharia pelo seu corpo.
“Eutanásia é o último recurso e nós avaliamos todas as outras opções. A maioria dos nossos cachorros é adotada ou continua seu serviço em um departamento da polícia civil”, afirmou o sargento Kevin Nelson, responsável pelo canil.
Militares reunidos em frente ao hospital (Foto:  Air Force/ Airman 1st Class Justine Rho)
MILITARES REUNIDOS EM FRENTE AO HOSPITAL
(FOTO: AIR FORCE/ AIRMAN 1ST CLASS JUSTINE RHO)
ÉPOCA NEGÓCIOS/montedo.com
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