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PRF, DNIT, 5º BEC e SEMTRAM, esclarecem desvio na rodovia e obras no ponto de erosão
A rodovia BR-364 foi totalmente interditada na manhã desta terça-feira (12) depois que uma cratera, que já havia atingido três pistas, afetou a quarta pista. O trânsito de veículos foi bloqueado na altura do km 703, a cerca de dez quilômetros de Porto Velho.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Porto Velho, o buraco na pista tem 60 metros de cumprimento e 30 de profundidade. A quarta pista teria sido afetada depois que um bueiro se rompeu por causa da pressão das águas de um córrego que passa embaixo do trecho.

A BR-364 é a principal rodovia federal do estado de Rondônia e a única via de escoamento de soja entre Mato Grosso e o Porto de Graneleiro, em Porto Velho, de onde os grãos são exportados para Europa e Ásia. Com um fluxo de cerca de mil caminhões por dia, o trânsito do local foi desviado para uma rota alternativa de 9 quilômetros dentro do bairro Ulisses Guimarães, informou ao G1 o chefe da sessão de Policiamento e de Fiscalização da Polícia Rodoviária Federal, inspetor Ribeiro.
O problema da rota dentro do bairro, aponta o inspetor, é que parte do trecho não é asfaltada, o que acaba por atolar os caminhões. “Para evitar o atolamento, estes veículos estão impedidos de circular [na via alternativa].”
Uma ponte metálica do Batalhão de Engenharia do Exército com 60 metros de cumprimento e quatro de largura começou a ser erguida sobre a cratera na tarde desta segunda-feira (12), informou a PRF. Segundo o inspetor da Polícia Federal Rodoviária, a situação será atenuada até sexta-feira (16), quando a ponte ficar pronta. “Ela funcionará como se fosse uma pista da rodovia. A diferença é que, devido ao pouco espaço, os veículos sentido Porto Velho serão liberados alternadamente com os veículos no sentido contrário. E só poderão passar pela ponte metálica caminhões até 60 toneladas.” O foco agora, segundo ele, é retirar o “trânsito pesado” da área residencial e desinflamar as complicações do trânsito até que o trecho seja recuperado totalmente – “daqui a no mínimo 60 dias”.
Segundo o Departamento de Infraestrutura e Transporte (Dnit), neste período, os bueiros devem ser substituídos, o trecho aterrado e o pavimento do trecho recuperado.
Equipes no local
Uma equipe de 40 pessoas do Exército trabalham no local para erguer a ponte metálica. Para a reconstrução do bueiro, a empresa responsável pela manutenção enviou 20 pessoas para avaliar os danos.

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