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O Vice-Presidente da República, Michel Temer (PMDB), visitou o Forte Príncipe da Beira, em Costa Marques. No local, ele visitou o Forte e o também o Quartel do 1º Pelotão de Fuzileiros de Selva Destacado – “Sentinela do Guaporé”, sob a jurisdição do 6º Batalhão de Infantaria de Selva. É uma organização militar vinculada à 17ª Brigada de Infantaria de Selva, sediada em Porto Velho.
O policiamento em toda área externa do Forte foi feita por Policiais Militares do 2º BPM, que estavam sendo coordenados pelo CRP-2, Tenente Coronel Bittencourt, e também pelo Comandante da 4ª Cia, MJ PM Viana.
O vice-presidente esteve acompanhado do ministro da Defesa, Celso Amorim, do governador Confúcio Moura (PMDB), da Prefeita de Costa, Marques Jacqueline Ferreira Gois, além de generais do Exército, entre outras autoridades.
O vice-presidente da República explica que a Operação Ágata, atualmente em sua terceira etapa, foi uma espécie de pico de vigilância nas fronteiras entre o Brasil e países vizinhos. Embora, o governo não tenha a intenção de executar uma nova etapa da Ágata, Temer assegura que as fronteiras estarão constantemente protegidas.
A operação que visa combater crimes nas fronteiras internacionais é um esforço conjunto das Forças Armadas e reúne cerca de 6,5 mil homens. Na Ágata 3, as operações se concentraram nas fronteiras internacionais do Centro-Oeste cobrindo as divisas com Bolívia e Paraguai.
O ministro da Defesa, Celso Amorim, comentou que a cada operação novas lições são aprendidas e que a coordenação conjunta das forças militares é aprimorada. Os dados coletados na Ágata 3, por exemplo, ele disse que vão servir de parâmetro para ações posteriores.
Ágata 3
A ação militar visa combater o contrabando e o tráfico de drogas na fronteira no Brasil com Bolívia, Paraguai e Peru. A operação faz parte do Plano Estratégico de Fronteiras, lançado pelo governo federal em junho deste ano.
Além de Exército, Marinha e Aeronáutica fizeram parte da Ágata III as receitas estaduais e federais, Agencia Brasileira de Inteligência (Abin), Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Ibama, Funai, Receita Federal e Secretaria Nacional de Segurança Pública.
Impacto Rondônia
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