Após reunião com militares, Amorim diz que não vai “reinventar a roda”.
Encontro do novo ministro da Defesa no Palácio do Planalto durou 1h45min
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Após reunião com militares, Amorim diz que não vai reinventar a roda
Crédito: Fabio Rodrigues Pozzebom / ABr
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Um dia depois de ter sido nomeado para substituir Nelson Jobim no comando do Ministério da Defesa, Celso Amorim se reuniu pela primeira vez com a presidente Dilma Rousseff e com os comandantes das Forças Armadas. No Palácio do Planalto, ele recebeu os comandantes do Exército, general Enzo Peri; da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito; da Marinha, almirante Júlio Soares de Moura Neto e o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, general José Carlos de Nardi. O encontro durou 1h45min.
Amorim apresentou aos militares os motivos que o levaram a aceitar o convite para assumir o cargo, prometeu se empenhar para executar as diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa, aprovada em 2008, e disse que não vai “reinventar a roda”.
Além de se apresentarem ao novo ministro, os comandantes militares destacaram as prioridades de cada pasta. Ainda de acordo com a assessoria, Amorim ficou bastante satisfeito e considerou a conversa positiva. Nos próximos dias, ele deve se reunir com cada comandante individualmente a fim de conhecer mais a fundo as necessidades.
Nelson Jobim foi substituído depois de ter feito sucessivas declarações que geraram desconforto ao governo federal, como a de que, nas últimas eleições presidenciais, votou no candidato tucano José Serra e não em Dilma. A nomeação de Amorim foi publicada no Diário Oficial da União de sexta e a cerimônia de posse está prevista para a próxima segunda, em horário ainda não definido.
AGÊNCIA BRASIL
Respostas de 2
Generais sexagenários! Sofrem de amebíase. Não falam sequer uma palavra sobre reajuste, que, por sinal, ocorreu pela última vez em 2008, estão lembrados?
A tropa está desmotivada com esses salários de fome corroídos pela inflação, com a falta de ética, moral e com o descaso dos "chefes" militares e do desgoverno PTralha. A desculpa para o silêncio é sempre a mesma: disciplina…Enquanto isso,estamos nos tornando cada vez mais miseráveis e órfãos de líderes de verdade.
NÃO SOU MILITAR MAS, FICO ENCABULADO EM SABER QUE A POLICIA MILITAR DE BRASÍLIA, QUE SE DIGA DE PASSAGEM E CONSIDERADA COMO FORÇA AUXILIAR GANHAR NOS SEUS POSTOS: soldados, cabos, sargentos,tenentes, capitão, major e coroneis, MAIS QUE OS MILITARES DAS FORÇAS ARMADAS nas mesmas funções. ISSO É UMA VERGONHA.