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O falso militar, que atuava na Secretária de Segurança Pública do Rio de Janeiro e está preso desde a última quinta-feira por falsidade ideológica, já registrou auto de resistência em agosto do ano passado. O procedimento é feito toda vez que ocorre morte por causa de confronto com policiais.
Carlos da Cruz Sampaio Júnior trabalhava na Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional, que é vinculada à Secretária de Segurança Pública, desde março deste ano.
O falso oficial contou na delegacia que apenas presenciou uma troca de tiros entre PMs e bandidos que roubavam um carro, no sub-bairro Jardim Guanabara, na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio.
No entanto, há informações, ainda não confirmadas, de que Carlos Sampaio estaria comandando a equipe do batalhão. Para fazer o registro na delegacia, o acusado teria usado a identidade falsa de tenente-coronel do exército.
Nesse confronto, o proprietário do veículo, Daniel Lima Campos, de 29 anos, foi atingido por estilhaços. O bandido Jonas Cocco Pereira foi baleado e morreu ao dar entrada no Hospital Paulino Werneck, no mesmo bairro. Um terceiro criminoso, de acordo com o relato do falso militar, teria fugido para a favela Parque-Royal, na mesma região.
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