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Alguns leitores do blog ficam bravos, até mesmo indignados, quando critico a cúpula das Forças Armadas, a quem classifico como omissa e servil em excesso em diversos momentos da história recente.
O maior exemplo disso ocorreu no episódio do motim dos sargentos controladores de vôo, quando o Brigadeiro Saito submeteu-se à ridicularia patrocinada pelo governo Lula, permitindo que um ministro de plantão negociasse com os militares amotinados como se estes fossem sindicalistas. Saito não pediu o boné, ao contrário, submeteu-se e segue firme no cargo até hoje.
Pois bem, procurei nas páginas oficiais das três Forças alguma referência ao movimento de 31 de março de 1964. Silêncio total. Nada. Nem uma linha. Conclusão: os chefes militares consideram esse assunto altamente indesejável. Entregaram os pontos para a esquerdalha desvairada, que conseguiu finalmente reescrever a história sob sua ótica torta e torpe.
No blog PONTO DE VISTA, encontrei a manifestação do General Heleno, único quatro estrelas com “peito” suficiente para falar publicamente sobre o assunto. Aleluia! Confira:
Palavras do Gen Ex HELENO, por ocasião da passagem de função, do Gen. VILELA para o Gen. FACIOLI, no dia 30 de março, no QGEx, em Brasília.
“Antes de cumprir o script gostaria de aproveitar o momento e a data para reverenciar os companheiros que ajudaram a derrotar a luta armada e impediram que o brasil seguisse o exemplo de Cuba, da Coréia do Norte, de Angola, da Albânia e da União Soviética.
Hoje, fora do contexto, é fácil falar sobre abusos na luta contra a subversão.Como deveriam ter agido as forças legais ?
Na colômbia, “coincidentemente”, a guerra subversiva se iniciou à mesma época da que aqui eclodiu. Quando surgiram os primeiros focos de guerilha, o estado colombiano vacilou em tomar decisões duras. O resultado são mais de 40 anos de guerra civil, quase 50.000 mortos, quase 200 vezes mais do que aqui.
Saibam, os que nos condenam, muitos deles ex-terroristas e ex-guerrilheiros, hoje ocupando altos postos da república, e que jamais defenderam ideais democráticos, que nossa paz teve um preço. Ela é um legado daqueles que cumpriram sua missão e não fugiram ao dever, nem à luta. “
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