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As hienas guascas ficaram sem o ansiado butim. De Luciana Genro à RBS, passando pela corja psolista, o Eixo do Mal, assim batizado por Políbio Braga, apostava na motivação política da morte do Secretário de Saúde de Porto Alegre, Eliseu Santos.
Com o cadáver ainda quente, Roberto Robaina, presidente do PSOL gaúcho, questionava:
“Quem tem interesse na morte do secretário? Quem estava lhe ameaçando? São perguntas que necessitam de respostas urgentes. Com o assassinato de Eliseu temos mais uma morte misteriosa na política gaúcha em pouco mais de um ano. Em fevereiro completou um ano do falecimento do assessor especial da governadora Yeda Crusius em Brasília, o senhor Marcelo Cavalcante. Até hoje nao há uma conclusão sobre a causa da morte.”
Rosane Oliveira, colunista política de ZH, seguiu no mesmo rumo: 
“É cedo para dizer que foi mesmo um assalto. Tal forma como ocorreu o crime, é legítimo pensar em execução.”
Adão Paiani, ex-ouvidor corrido a “pelegaços” do Governo Yeda, acoitado no blog RS Urgente, foi taxativo:
“Sejamos francos; ninguém, em sã consciência, pode ter a pretensão de encontrar, para o mais recente assassinato, outro motivo que não seja um acerto de contas típico de quadrilhas mafiosas; como as que assolavam Chicago, nos anos 30 do século passado.”
Luciana Genro, no víedo abaixo, exclama:
” Nós desconfiamos que foi um crime por encomenda, que foi uma execução!”

Pois é. Ontem, a polícia gaúcha informou que houve latrocíno, descartou totalmente a hipótese de execução e indicou os responsáveis pelo crime, cuja motivação foi roubar o carro do secretário.
As hienas (mais uma vez) ficaram sem o repasto. À Fogaça e Yeda convém redobrar o cuidado, pois elas  continuam famintas.
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