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O site Rondônia ao Vivo publicou ontem extensa matéria, que detalha a situação das dezenas de famílias brasileiras que estão sendo expulsas da Bolívia pelo governo do cocalero Evo Morales.
A reportagem detalha a sucessão de fatos deflagrados a partir de 2006, face ao plano de reforma agrária do governo boliviano. Governo que, desde então, passou a promover ações cada vez mais agressivas contra as duzentas e quarenta e três famílias brasileiras que, há mais de cinquenta anos, praticam o extrativismo  na província boliviana de Pando, próximo ao Rio Mamu, na fronteira com Acre e Rondônia.
Há dois anos, trinta famílias brasileiras foram expulsas por forças paramiliitares, travestidas de “movimentos sociais”, lideradas pelo agitador profissional Iver Manguayo Amutary.
Nos posts a seguir, você confere registros feitos pela equipe do Rondônia ao Vivo, que retratam a situação desesperadora vivida pelas famílias despejadas de suas terras e repercutem o clima de terror e incerteza das centenas de brasileiros que permanecem em solo boliviano, sob o risco iminente.
Isto tudo, vale lembrar, a despeito dos exatos US$ 10.256.410,25 (dez milhões, duzentos e cinqüenta e seis mil, quatrocentos e dez dólares norteamericanos e vinte e cinco centavos), repassados pelo governo brasileiro em 2008, via Ministério das Relações Exteriores, para uma tal de Organização Internacional para as Migrações (OIM), por conta de um certo Programa Latino-americano de Cooperação Técnica em Migrações – PLACMI.
O objetivo do repasse da módica quantia é “a concepção e desenvolvimento de projetos destinados à ocupação econômica de cidadãos brasileiros que devam retirar-se de terras que hoje ocupam na faixa de fronteira”, conforme acordo firmado entre os Governos do Brasil e da Bolívia com a OIM, em Brasília, há um ano.
Confira, na íntegra, a matéria do Rondônia ao Vivo.
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