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5º BEC abrindo a BR 364(1966)

Imagem: site do 5º BEC

Ao encerrar a visita ao canteiro de obras do techo Leste da transposição de águas do rio São Francisco, em Floresta (PE), a 440 quilômetros de Recife, Lula disse que, ao chegar ao governo, o Exército estava falido, mas agora é visto como concorrente pelas empreiteiras.

Trata-se de mais uma balela do Presidente, pois, se o Exército falido estava, falido está. A eficiência das unidades de engenharia não é novidade e, por mais decepcionante que possa ser, não foi inventada por Lula.
Os batalhões de engenharia tem sido, historicamente, os grandes construtores deste país. Contam-se às dezenas de milhares os quilômetros de estrada abertos pelos militares Brasil afora, indo onde as empreiteiras não podem (nem querem) chegar.
O trabalho gigantesco dos BEC é uma parte de nossa história que precisa um dia ser contada. Que o diga a população de Rondônia e do Acre, estados que só passaram a existir efetivamente como entes federados a partir da odisséia empreendida pelo 5º Batalhão de Engenharia, hoje com sede em Porto Velho (RO), que, nos anos 1960, partiu de Cuiabá em direção a Rio Branco (AC), abrindo dois mil quilômetros de estrada no meio da selva, numa epopéia que o Brasil desconhece.
Esses são  verdadeiros heróis nacionais, garantidores da unidade do país. O resto é conversa fiada, papo furado para garantir gordas pensões, às custas do bolsa-ditadura.
Os valorosos engenheiros do Exército Brasileiro podem usar como seu o orgulhoso e merecido lema do 5º BEC:
“NÃO VIVEMOS EM VÃO!”
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