Escolha uma Página
Por Silvana Guerra
Fonte: Exército Brasileiro
Os investimentos em modernização e reaparelhamento das Forças Armadas reacenderam a discussão no governo e no Congresso sobre a necessidade de evitar o bloqueio de recursos orçamentários para o Exército, a Marinha e a Aeronáutica. É o que propõem o Senador Pedro Simon em seu Relatório que proíbe por dez anos o bloqueio dos investimentos das três Forças, o qual deverá ser analisado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Os recentes acordos em compras de submarinos, caças supersônicos, helicópteros e novos blindados, que envolvem cifras projetadas, segundo alguns especialistas em defesa, a mais de 21 bilhões de dólares em 20 anos, levaram o governo a rever a necessidade de manter o atual contingenciamento. O argumento central da Defesa é que o corte aos investimentos militares derruba qualquer planejamento de longo prazo.
Esse assunto, que vem ganhando novos adeptos importantes como o Vice-Presidente José Alencar, além de ser debatido no Senado, também será colocado na pauta da Comissão de Relações Exteriores (CRE). O Presidente da CRE, Senador Eduardo Azeredo, acredita que com a economia estabilizada tais limitações não mais se justificam.
Para o Senador Azeredo, o sucateamento dos aparelhos militares, os pesados investimentos bélicos dos países vizinhos e a ameaça de conflitos nas Américas estão levando a um certo consenso de que o Brasil precisa ter Forças Armadas equipadas e modernas.
Skip to content